Sir Bruno Velasco Brandani
Refúgio: Belo Horizonte, Highlands
Meu MSN: brunocavaleiro@gmail.com
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Meu Chat de MSN de Wicca/Magia/Hermetismo: bruxariabh@hotmail.com
Meu Chat de MSN do Bairro Cidade Nova e Região: cidadenovachat@hotmail.com
"Tempo te faz velho
Experiência te faz sábio
E é apenas um tolo quem julga a vida
Pelo que vê através dos olhos
Das outras pessoas."

Strung Out
"Por que o Sol nasce ?
Ou as Estrelas...
São apenas Furos...
Na Cortina da Noite ?"
Ain´t Life a Mystery ?
Homens são perseguidos
Pela vastidão da Eternidade.
E assim, nós nos perguntamos...
...Nossas ações vão ecoar
Através dos séculos ?
Muito tempo depois que tivermos partido,
Vão ouvir nossos nomes...
...Vão querer saber quem éramos...
...Com que coragem lutávamos...
...Com que fúria amávamos ?

(Tróia)
"...E esta prisão em que servimos
Será uma testemunha de nossa dor."
"A Mente é um lugar em si mesma
E pode fazer do Inferno um Céu
E do próprio Céu um Inferno."

John Milton

Liberdade Ainda Que Tardia

Minas é um Estado de espírito

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:: Era Uma Vez Segunda-feira, Outubro 27, 2008...




Celebrando... o alegre turbilhão aleatório encontra seus meios de
manifestação. O que somos, o que representamos, onde vivemos,
o que nos é representado. Porém o significado que atravessa eras
puro, virtuoso e em evolução se irradia pela nossa própria natureza.


Há fragmentos de nós espalhados pelas pessoas, certas pessoas
são como fragmentos, sempre mais fortes unidos e gerando realidades.


Ainda prefiro o ímpeto à segurança, o caos ao contentamento,
sentimentos intensos, momentos significativos, o trovejar
e a tempestade, e a certeza de que minha história é a construção de
memórias únicas, e cada vez mais marcantes.


:: Assim falou Sir Bruno Velasco Brandani em
3:47 AM Deixe seu bilhete!

:: Era Uma Vez Sexta-feira, Outubro 24, 2008...




No Deserto


Dirigindo-nos para o deserto, encontramos no caminho
(se bem que não era exatamente um caminho, que não
fosse feito por nossos passos, pois não havia estrada)
o novo elfo , que parecia querer se juntar ao grupo.
O anão sacerdote então o acusa de ladrão, e depois
de um pouco de discussão, atira uma flecha no elfo.
Este joga uma rede no anão, que se liberta da rede.
Depois de um clima de tensão entre personagens,
o grupo prossegue para o deserto, com o elfo
os seguindo bem de longe.


Caminhando já em solo bastante árido,
adentram cada vez mais no deserto, seguindo ao norte.
Utilizando sua habilidade de sobrevivência no deserto,
o gladiador avista um oásis.


Lá enchem seus cantis, vêem que as árvores não estão
muito próximas da água. De repente, surgem 2 cobras.
O elfo arqueiro e o anão sacerdote ficam hipnotizados
pelos répteis, e os seguem sem se importar com os
chamados dos companheiros. Decide então o outro
elfo golpear um por vez para livrá-los daquele transe.


São por eles amarrados, inconscientes,
em uma rede na carroça, onde está o gladiador,
esta por sua vez puxada pelo boi undead
do velho.


Mais tarde despertam do transe. Aproxima-se,
então, aquele elfo, bastante atordoado, e o sacerdote
prontifica-se a curá-lo. Parece estar envenenado,
e diversas curas mágicas não o livram do atordoamento.
O elfo arqueiro o acusa ininterruptamente, julgando-se
ofendido pelo outro ser um elfo, que supostamente
teria roubado uma casa, ateado fogo nela,
e usado armas rudimentares "para um elfo",
convidando-o para um combate. O elfo moribundo
desmaia, e é amarrado na carroça, como anteriormente
tinha sido feito com os outros.


Seguindo pelo deserto, já com o novo elfo já bastante
recuperado, de súbito, a carroça é arremessada
por criaturas bem grandes que surgem debaixo dela,
de dentro da areia. São magras, escuras, e altas.
E são três também, com as quais uma ferrenha
batalha o grupo trava, vencendo a muito custo.


Durante o caminho, decidem urinar em panos,
os quais são amarrados, na cabeça,
para aliviar o calor do deserto. O "meio-elfo"
começa a urinar no guerreiro anão, que corre
atrás dele, mas não o alcança,
e o grupo ri muito disso.


Seguindo mais pelo deserto, o grupo avista uma
caravana, de homens montados em cavalos,
com cimitarras, e com armaduras. Dialogam
com eles, que indicam uma cidade para a qual
o grupo poderia se dirigir, este interessado
em mais comida e armamento. Segundo uma
negociação com os estranhos, o grupo os
acompanha, ao longe, e recebem em troca
algumas armas, armaduras, e mantimentos.


Mais tarde, em um certo momento, observam algo
ao longe, o que parece ser uma torre, com algumas
construções, em volta. Avistam bem de longe algumas
criaturas, que o velho decide analisar de perto,
em sua forma de corvo. Quando o grupo se aproxima,
fica surpreso ao ver que são insetos, no tamanho de
humanos, com 6 patas. Com os quais dialoga de forma
relutante, já que os "insetos" não querem a presença
do grupo ali, mas aceita que fiquem acampados,
e de onde estão não saiam.


Como já era de se esperar, inicia-se um combate,
com uma grande explosão de fogo invocada por
um dos insetos, explosão esta que derruba alguns
do grupo,
e destrói o boi undead. Um a um os integrantes
vão caindo, cercados pelas "baratas".
O elfo arqueiro foge, parando aos poucos para atirar
flechas, mas acaba também acaba sendo capturado,
o "meio-elfo" também foge, mas é derrubado
pelo líder dos insetos, que parece poder se teleportar.
Amontoados estão os outros na carroça, em cima
do gladiador, que fingiu ter morrido.


E assim, novamente, o destino do grupo é incerto.
Viverão ? Ainda assim terão mantimentos no deserto ?
Encontrarão os seguidores do deus morto Sinair ?
Não apenas o alinhamento do grupo predominante
é caótico, assim como seu destino...


:: Assim falou Sir Bruno Velasco Brandani em
12:22 AM
Deixe seu bilhete!

:: Era Uma Vez Quarta-feira, Outubro 08, 2008...

Então aquele grupo de aventureiros estava dando um tempo
naquele pequeno vilarejo local.


De repente, surge um anão com trajes de sacerdote,
diga-se de passagem, extremamente feio, pode-se dizer
hediondo na verdade, torto, estrábico, deformado,
corcunda, cheio de verrugas, e babando.


Observa que há um guerreiro deitado em uma
carruagem, com ferimentos mal-cuidados de bandagens.
Oferece-se para fazer bandagens melhores, e aquele
guerreiro ferido agradece dizendo sentir-se melhor.


O anão diz que está a caminho da capital do reino,
o gladiador, deitado na carruagem, responde que
o grupo também pretende ir para a capital.
Encontram em pouco tempo o elfo arqueiro, de trajes
tão nobres quanto orgulhoso é o mesmo. Discute um
pouco com o anão, desconfia dele, mas logo decidem ele,
o outro elfo, o gladiador na carruagem, o velho louco,
o outro anão, este um guerreiro, e outro guerreiro tão
hediondo quanto o anão sacerdote, seguirem para
a capital.


No caminho encontram um garoto sozinho, que se diz
órfão. Ao andarem com ele durante um tempo, na virada
da noite paro dia ao acamparem, o menino some,
levando todo o ouro do grupo. A criança era um pequeno
ladrão. O elfo arqueiro fica revoltado, chutando a fogueira,
mas o grupo resolve continuar seguindo para a capital.


Houve um momento engraçado em que o gladiador,
deitado na carroça, na qual está imobilizado na parte
inferior do corpo, diz "arrumem essa porra desse
acampamento pra gente ir pra capital".


Lá chegando, investigam sobre onde encontrar seguidores
de um antigo deus morto, que poderiam curar a
incapacitância do gladiador. Encontram uma igreja destruída
e abandonada, inclusive sem madeira ou itens aproveitáveis.


Decidem seguir para a taverna para obter mais informações
sobre tais clérigos. O velho louco entra na taverna, bate
três vezes bem forte o cajado no chão, e conclama alguém
para fornecer tal informação em troca de seguí-lo.
Não há respostas, então o velho louco decide desafiar
um homem que ali estava sentado, a travar disputa de
arco e flecha ao alvo com o elfo arqueiro.
Como era de se esperar, o elfo arqueiro ganha,
e o homem revela que no deserto a 1 mês da capital,
na direção que o sol se põe, poderiam encontrar tais
seguidores do deus morto.


Percebem que precisam de dinheiro para comprar
comida-ração para cruzarem o deserto, então cada
um realiza um ofício para arcar dinheiro.


Vendem itens deixados pelo sacerdote meio-elfo
que havia morrido, e depois de um tempo conseguem
dinheiro para arcar mantimentos para a viagem ao deserto.


Marchando para o deserto, encontram um estranho vilarejo
completamente devastado, com pessoas fulminadas,
em que até peças de metal no local estavam corroídas.
O sacerdote anão desconfia que tenha sido algum tipo
de ácido a causa, mas não se sabe o que teria feito
aquilo com a aldeia.


Após vasculharem e saírem da desolada aldeia,
atravessam a estrada pelo reino, e adentram um pântano.


Passam várias horas caminhando naquele ambiente inóspito,
com suja água até a altura da cintura. Começam a se cansar,
e param um pouco. O anão sacerdote percebe que
o velho louco está suando e tremendo, e pergunta o que houve,
após acordá-lo. O mago sente estar sem seus poderes mágicos,
e ao tocá-lo, o sacerdote sente o mesmo, e começa a se sentir
bastante cansado. O elfo arqueiro cutuca o anão com o arco
para saber o que é, com receio, suspeitando que eles
estão com algum tipo de doença.


Desconfiando de que há algo estranho naquela região pantanosa,
o anão desconjura qualquer mal que ali esteja, com sua força de
vontade, porque as físicas lhe estavam esgotadas. O sinistro
boi do velho louco foge, levando a carroça onde estava gladiador
deitado, e parte do grupo vai buscá-lo. O anão sente suas
energias mentais drenadas e fica um pouco menos capacitado
mentalmente... e permanentemente!


Seguem pelo pântano, e um pouco depois o velho e o anão
melhoram (com exceção este de sua queda mental).
Súbito, uma lança atinge um tronco próximo de um aventureiro.
Diversos pares de olhos vermelhos aparecem na escuridão
que envolve o grupo, revelando-se uma horda de homens-lagarto,
com a qual inicia-se uma ferrenha batalha com o grupo.
Diversos aventureiros caem, o grande lagarto falante é derrubado
por aquelas criaturas, e uns poucos aventureiros conseguem fugir,
deixando o resto do grupo, ao perder aquelabatalha, ter sido levado
pelos homens-lagarto do pântano.


Continua...


:: Assim falou Sir Bruno Velasco Brandani em
2:38 AM
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:: Era Uma Vez Segunda-feira, Outubro 06, 2008...




Olá visitante do Shades. Bem-vindo a um lugar de brisas gélidas,
chuvas congeladas colossais, trevas perpétuas e horizontes de areia.


Em função do último Sabbat do Equinócio de Primavera, ter
passado batido por mim, e que este, outubro, é o Mês das Bruxas,
peço que se caso você estuda e pratica bruxaria, Wicca ou magia
em Belo Horizonte, entre em contato. Ali do lado você acha meu Orkut.


Que os Deuses vos abençoem,
Que assim seja, e assim se faça!


:: Assim falou Sir Bruno Velasco Brandani em
2:19 AM Deixe seu bilhete!