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:: Era Uma Vez Terça-feira, Março 24, 2009...
O Ovo da Roca
Estávamos na floresta, com alguns cavalos,
em frente a uma gigantesca e bastante larga árvore.
Nosso objetivo era pegar alguns ovos de roca,
que estavam no ninho, no alto da árvore,
pois estes ovos são alguns dos componentes
para ressucitar a deusa Synair.
Quem subiu lá para pegar o ovo foi o elfo.
E conseguiu. Assim que desceu, arrastamos
com dificuldade o grande e pesado ovo.
O elfo (Valamiel) negocia com o grupo para pegar
mais um ovo, porque gastou componentes mágicos
élficos caros para a captura, segundo o mesmo.
Omibe lhe dá uma gema de 500 gp,
e depois de muita enrolação, o elfo sobe.
Desce com o outro ovo.
De repente, chega a roca. Árvores balançam
com o bater de suas asas, e a monstruosa ave
resmunga com altos guinchos pela ausência
de seus ovos.
Desce do ninho, e arranca pesadas árvores
com suas patas, em busca dos ovos.
Árvores e pedaços de árvores voam por todos
os lados, abrindo clareiras, e uma pesada árvore
de 50 metros começa a cair, em direção ao ovo
que estava com o grupo (o outro estava com Valamiel).
Com muita dificuldade, usando de nossa força
e magias da natureza de Tom Araya, impedimos
ela de cair no ovo, caindo em cima de Omibe,
que fica bastante machucado.
Assim que retiramos a árvore, ele está com o
tórax esmagado, e com a pele escurecida
pelos ferimentos, mesmo com as curas do
sacerdote anão Tom Araya.
Surpreendendo a todos, o tórax de Omibe
infla como um balão, e ele recobre a vida,
se curando, porém ainda bastante machucado,
sendo prontamente curado pelo sacerdote,
assim como o outro elfo Eluen (acho que este
era o nome do personagem do Lucas)
que também estava ferido.
Outra árvore cai em direção ao ovo que estava
com Valamiel, mas ele consegue evitar a perda
do mesmo.
Nós havíamos preparado 2 armações com cordas
de 2 cavalos em cada para carregar os ovos,
sendo testadas pelo peso de Omibe (segundo o
grupo por se parecer com o ovo) muitas vezes
falhando a armação com Omibe caindo,
até ficarem prontas.
Mas um dos ovos desaparece. Parece que a roca
resgatou ele.
Depois que nos afastamos do local, nesta
operação que durou dias, Valamiel sobe
para tentar achar novamente o ovo.
Em uma das ocasiões em que ele fez isso,
a roca estava alimentando os filhotes com
um purple worm, o que assustou Valamiel.
Mas desta vez, quando ele chegou lá,
o ovo já havia eclodido, nascendo o filhote.
O grupo ruma então para a cidade de anões
mais próxima, onde Omibe compra um novo
machado, porque o anterior havia se danificado
para tentar impedir a queda da grande árvore
sobre o ovo.
Um certo comentário sobre "minhas magias"
de Valamiel antes de chegarmos a essa cidade
deixa o grupo curioso.
Seguimos para a maior cidade próxima. O grupo
compra equipamentos, e numa busca que dura
um certo tempo, encontramos com Weneslau,
que toma providências para que o ovo da roca
seja preservado.
Marcamos de encontrar com ele em 2 semanas.
Encontramos com o mensageiro que havia sido
enviado para localizar o personagem do Bola
e lhe entregar uma carta. O mensageiro então
responde que com muita dificuldade, seguindo
o rastro dessa pessoa, ele havia sido capturado
por mercenários no "Reino de malacos" e levado
provavelmente para a arena.
Acreditamos que seja por causa do mapa que
ele possuía.
Então o grupo se reúne para se preparar para
a próxima aventura.
:: Assim falou
Sir Bruno Velasco Brandani
em
7:44 AM Deixe seu bilhete!
:: Era Uma Vez Sexta-feira, Março 20, 2009...
Long evenings full on longing
Low-spirited my mornings
Full of longing too my nights
And all the times the bitterest
'Tis my lovely I long for
It is my darling I miss
My black-browed one I grieve for
Beneath the grass my treasure
Under the sand my sweet one
Beneath the grass my treasure
Under the sand my sweet one
There's no hearing my treasure
No seeing my marten-breat
No hearing her in the lane
Driving below the window
Chopping the wood by the stack
Clinking outside the cook-house
In the eart my berry lies
Beneath the grass my treasure
Under the sand my sweet one
Beneath the grass my treasure
Under the sand my sweet one.
Amorphis - Elegy
:: Assim falou
Sir Bruno Velasco Brandani
em
5:14 PM Deixe seu bilhete!
:: Era Uma Vez Sexta-feira, Março 13, 2009...
Saia pela porta e voe
Estou perdido no tempo, eu flutuo
Como um anjo, eu flutuo
Envolvendo todo o meu eu, eu rodopio
Através da tempestade que está me sacudindo
Eu não sei onde, eu não sei porquê
Eu sei que não irei cair
E borboletas estão voando (voando pra longe)
Bem ao meu lado
Enquanto eu ascendo para as nuvens
Não, eu não vou demorar
Não, eu não vou demorar
Tempo é como uma faca para mim agora
Eu apenas não vou demorar
Não, eu não vou demorar
(Tempo é meu, eu tenho a lâmina)
Não, eu não vou demorar
(Mude sua mente, eu farei você ficar)
Tempo é como uma faca para mim agora
(Tempo é meu, eu tenho a lâmina)
Eu apenas não vou demorar
(Mude sua mente, eu farei você ficar)
Saia pela porta e voe
Estou perdido no tempo, eu flutuo
Como um anjo, eu flutuo
Envolvendo todo o meu eu, eu rodopio
Através da tempestade que está me sacudindo
Eu não sei onde, eu não sei porquê
Eu sei que não, não irei cair
E borboletas estão voando (voando pra longe)
Bem ao meu lado
Enquanto eu ascendo para as nuvens
Não, eu não vou demorar
Não, eu não vou demorar
Tempo é como uma faca para mim agora
Eu apenas não vou demorar
Não, eu não vou demorar
(Tempo é meu, eu tenho a lâmina)
Não, eu não vou demorar
(Mude sua mente, eu farei você ficar)
Tempo é como uma faca para mim agora
(Tempo é meu, eu tenho a lâmina)
Eu apenas não vou demorar
(Mude sua mente, eu farei você ficar)
Borboletas estão voando e eu não vou demorar...
Não, eu não vou demorar
Não, eu não vou demorar
Tempo é como uma faca para mim agora
Eu apenas não vou demorar
Não, eu não vou demorar
(Tempo é meu, eu tenho a lâmina)
Não, eu não vou demorar
(Mude sua mente, eu farei você ficar)
Tempo é como uma faca para mim agora
(Tempo é meu, eu tenho a lâmina)
Eu apenas não vou demorar
(Mude sua mente, eu farei você ficar.)
Lacuna Coil - My Wings (Minhas Asas)
:: Assim falou
Sir Bruno Velasco Brandani
em
10:49 AM Deixe seu bilhete!
:: Era Uma Vez Domingo, Março 08, 2009...
Os Corpos Inferiores do Ser Humano
O Ser Humano, em sua totalidade existencial,
é dotado de 7 corpos.
Vamos tratar neste estudo dos 4 inferiores.
O mais inferior é o Corpo Físico, aquele com o
qual nascemos neste mundo, mortal, perecível,
nasce com uma parcela de energia extraída do
éter da Terra, e morre se esta energia se acabar,
ou por causas naturais ou acidentais de morte.
Ele está envolto por uma aura que reflete a
saúde do corpo físico.
O segundo corpo inferior é Duplo Etérico.
É um corpo feito de energia etérica, uma duplicata
exata do corpo físico, porém com 7 chakras principais.
Ele auxilia na conexão entre o Corpo Físico e o
Corpo Astral ou Perispírito.
Após a morte do Corpo Físico, o Duplo Etérico
se desfaz aos poucos. Sua coincidência com o
Corpo Físico reflete o estado de equilíbrio mental
e físico da pessoa, e o Duplo Etérico possui
também uma aura.
O terceiro corpo inferior é Corpo Astral
(Corpo de Emoções) de acordo com o Esoterismo
ou Perispírito (Que envolve o Espírito) de acordo
com o Espiritismo. Nele estão gravados os reflexos
das diversas vidas da pessoa em suas reencarnações.
Quando você vê pela vidência um "Espírito",
na verdade está vendo o Perispírito dele.
É um corpo semimaterial, digamos o "Corpo do Espírito"
no Plano Astral (Podendo ser Astral Inferior, da Terra
ou Superior). Está ligado ao Corpo Físico e o Duplo
Etérico por um cordão de energia chamado
"Cordão de Prata". Este cordão liga o Perispírito
ao corpo durante o sono, nas viagens astrais.
Se ele se romper, imediatamente ocorre a morte
do corpo físico. O Perispírito sobrevive
às diversas reencarnações e sobrevive à morte.
Porém, ele também possui o que chamamos
de "Segunda Morte". Ela ocorre de duas formas.
Quando o Espírito retrocede muito na forma de seu
Perispírito, para diversas formas animalescas
e até vegetais de vidas anteriores à humana,
pela insistência no Mal, se tornando o que os
cristãos chamam de "demônio" porém existente,
ou simplesmente um Espírito Caído, se ele cair
muito, o Perispírito se desintegra, ocorrendo
a Segunda Morte, e o Espírito fica sem consciência.
Porém muito tempo depois, seu Perispírito se
reintegra, e ele sobe vagarosamente toda aquela
escala de formas até retornar à forma humana,
se ele arrepender-se de permanecer no mal.
A outra forma de Segunda Morte do Perispírito
é quando o Espírito evolui tanto, seu Perispírito
se tornando tão rarefeito e luminoso, que se
desintegra, a consciência passando a habitar
o corpo imediatamente superior que é o Corpo Mental.
Quando o Espírito está nas fases primitivas de
encarnação, seu Perispírito é grosseiro, denso,
pesado. E quando está se aproximando pela evolução
à angelitude, é rarefeito, leve, luminoso, belo,
até desintegrar-se da forma descrita.
O Perispírito ou Corpo Astral também possui
seus 7 chakras principais e uma aura.
Neste corpo, está gravado, em seu cérebro
perispiritual, as lembranças das diversas vidas
que tivemos.
O quarto corpo inferior é o Corpo Mental. Nele
habita a mente do Ser Humano, no Plano Mental,
acima do Plano Astral. É uma dimensão sem formas
físicas, divida em Mental Inferior, habitado por
idéias mentais concretas, e Mental Superior,
habitado por idéias mentais abstratas. O Corpo
Mental é de forma indefinida ou luminoso, não
possui barreiras em relação ao espaço e tempo,
podendo se teletransportar para uma outra região
do Universo ou outro Tempo com mais facilidade
do que o Perispírito ou Corpo Astral.
Porém com a evolução, também ocorrerá a "morte"
deste corpo para a consciência habitar um plano
superior, até chegar no sétimo onde habita
a perfeição. O Corpo Mental está ligado ao
Perispírito ou Corpo Astral pelo "Cordão de Ouro".
Ele também possui uma aura, e um "Campo Mental"
onde se refletem nossos pensamentos.
:: Assim falou
Sir Bruno Velasco Brandani
em
8:31 AM Deixe seu bilhete!
:: Era Uma Vez Segunda-feira, Março 02, 2009...
Hoje encontrei grandes e antigos amigos.
Com uma amizade mais velha que a cumplicidade,
uma força maior do que a lealdade, e uma presença
maior do que a simples existência.
É bom saber que faço parte de outras pessoas,
e que tantas pessoas tão virtuosas fazem parte
do meu Espírito.
Melhor do que lembrar é viver grandes momentos,
e o significado da vida transparece nas verdades
que compartilhamos em um intuito maior do que nós
mesmos.
Me sinto grato, e certo de que a Verdade ainda habita
em mim, e não apenas em mim.
A vida faz mais sentido quando compartilhamos
este sentido com alguém.
:: Assim falou
Sir Bruno Velasco Brandani
em
4:55 AM Deixe seu bilhete!
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