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:: Era Uma Vez Sexta-feira, Abril 24, 2009...
Autômatos de terno agarrando caixas pretas
Sequestrando projetos da vida cotidiana
Satisfeitos, sem preocupação
Eles se regojizam nos seus rituais matinais
Enquanto eles se alinham como colônias de formigas
Para chegar aos seus escritórios no céu
Eu não faço perguntas, não promovo demonstrações
Não busco por um novo consenso
Não me desvio da constituição
Se eu furar a complexidade eu não acharei salvação
Só uma calva e pura verdade
Da maldade e decepção
Há uma lógica inerente
E fomos ensinados a ficar longe dela
Ela é simples e elegante
Mas cruel e anti-ética
E não há esforço em revelá-la
Mentores graduados passeiam em porticos de mármore
Com um discurso sagaz
Eles menosprezam seus meios usuais
Traindo pompa e disciplina, eles moldam sua instituição
Onde eles praticam a exclusão das massas todos os dias
Eu não faço perguntas, não promovo demonstrações
Não busco por um novo consenso
Não me desvio da constituição
Se eu furar a complexidade eu não acharei salvação
Só uma calva e pura verdade
Da maldade e decepção
Há uma lógica inerente
E fomos ensinados a ficar longe dela
Ela é simples e elegante
Mas cruel e anti-ética
E não há esforço em revelá-la
Guerreiros condecorados
Furam crianças inocentes no asfalto
Simulando tirania sob alerta vermelho
Protegendo o rico e encenando a moral padrão
Eles esperam redenção de caráter e auto-crescimento
Eu não faço perguntas, não promovo demonstrações
(Há uma lógica inerente)
Não busco por um novo consenso
Não me desvio da constituição
(E fomos ensinados a ficar longe dela)
Se eu furar a complexidade eu não acharei salvação
(Ela é simples e elegante)
Só uma calva e pura verdade
(Mas cruel e anti-ética)
Da maldade e decepção
Não há igualdade, não há oportunidade,
(Há uma lógica inerente)
Não há tolerância para a alternativa progressiva
(E fomos ensinados a ficar longe dela)
Não há igualdade, não há oportunidade,
(Ela é simples e elegante)
Não há tolerância para a alternativa progressiva
(Mas cruel e anti-ética)
E não há esforço em revelá-la.
Bad Religion - Inner Logic
:: Assim falou
Sir Bruno Velasco Brandani
em
3:29 AM Deixe seu bilhete!
:: Era Uma Vez Terça-feira, Abril 14, 2009...
A Evolução Espiritual
No período reencarnatório em que a alma
ocupa o corpo de um ser humano, a
evolução se dá em 2 sentidos:
o moral, e o intelectual.
O primeiro conduz à virtude do Amor,
e o segundo, a da Sabedoria.
São estas as duas asas que o ser humano
precisa adquirir para alcançar a angelitude,
e após esta, a arcangelitude.
E da fusão destas duas virtudes, o Amor
e a Sabedoria, derivam todas as inumeráveis
que o ser humano deve adquirir para se
aproximar da perfeição, tais como:
- Coragem;
- Alegria;
- Humildade;
- Honra;
- Esperança;
- Lealdade;
- Compaixão;
- Justiça;
- Honestidade;
- Valentia;
- Espiritualidade;
- Fé;
- Perseverança;
- Caridade;
- Prudência;
- Fortaleza;
- Temperança;
- Paciência;
- Serenidade;
- Generosidade;
A cada encarnação que passamos em um
mundo, adquirimos conhecimento com as
experiências, evoluindo assim o intelecto,
e pelo bem que praticamos evoluímos a
moral, ganhando méritos espirituais na
forma de dharma, que podem saldar o
carma anterior, ou na ausência de carma,
permitir uma vida futura melhor.
Quando praticamos o mal do ponto de vista
da consciência, com intenção e conhecimento,
adquirimos carma, ou débitos espirituais,
que deverão ser pagos nesta ou nas próximas
vidas, na mesma medida e natureza do mal
que praticamos.
Mas podemos evitar isso, praticando a
caridade (seja material ou moral),
saldando o carma, e depois disso
evoluindo espiritualmente.
Como eu expliquei no outro tópico,
o Espírito possui um corpo que é o
Perispírito ou Corpo Astral. Quando o
Espírito é criado por Deus, ele é simples
e ignorante, ou seja, sem evolução e
conhecimentos. Quando se encarna pela
primeira vez como Ser Humano, seu
perispírito ou corpo astral é bastante
denso e primário, no corpo de um homem
ou mulher primata.
Então à medida que ele evolui, ele ultrapassa
a etapa em que as paixões inferiores o
dominam, adquirindo inteligência superior e
se tornando um ser benévolo. Seu perispírito
vai se depurando, e uma luminosidade
cada vez mais brilhante irradia a partir de seu
Espírito.
Continua...
:: Assim falou
Sir Bruno Velasco Brandani
em
3:22 PM Deixe seu bilhete!
:: Era Uma Vez Terça-feira, Abril 07, 2009...
Estávamos na cidade, nos preparando para
mais uma viagem. Já havíamos desistido do
resgate dos integrantes do grupo aprisionados
no distante reino gelado dos anões nada
simpáticos, e também do "quest" da armadura
mágica.
Tom Araya, o anão clérigo de Chicaca,
havia anteriormente, numa pesquisa na
biblioteca da cidade, encontrado no único
dos livros desse local a respeito, sobre
um local, em uma região desértica a
alguns dias de viagem, onde havia sido
avistado um unicórnio, que possui um dos
componentes para promover a ressurreição
da deusa Synair, o chifre.
O grupo conhece mais um de seus integrantes,
um elfo ranger, que havia inicialmente travado
uma discussão singular com o elfo do grupo,
Valamiel, que estava escondido, muito
desconfiado do elfo ranger e lhe avisando
que no nosso grupo ele só encontraria a morte,
possibilidade até afirmada por Valamiel para
si mesmo.
Mas o elfo ranger insiste em fazer parte
desta expedição, porque deseja se
aventurar além do que já conhece de
terras élficas, e então segue conosco,
após as devidas apresentações. Ele
observa que o grupo é bastante
diversificado, possui anões, humanos
e elfos.
Compramos comida para dias de viagem,
e seguimos.
Chegando próximo àquela região desértica,
avistamos no horizonte algum lugar com uma
neblina se levantando. Nos aproximamos para
ver o que era, após muito tempo de caminhada.
A neblina desaparece. Depois de um tempo
volta a aparecer. Achávamos que ali estariam
unicórnios, porque no livro da biblioteca
dizia que eles tinham a capacidade de
se teleportar.
Mas, em vez disso, somos surpreendidos
por cavalos negros, com olhos vermelhos,
e patas flamejantes, que nos atacam.
A batalha é feroz, o guerreiro Kalindor
chega a cair, mas é curado por Tom Araya.
Omibe também sofre sérios ferimentos.
O único que não sofreu danos foi Valamiel,
e então os ferozes cavalos negros são
afugentados pelo grupo, fogem,
desaparecendo, assim como a neblina.
Continuamos a expedição naquela região
em busca dos unicórnios, mas nada
encontramos.
Na base de algumas montanhas, avistamos
uma região com mata, e lá realizamos uma
busca de 4 dias. Mas a única coisa que
encontramos foram aranhas do tamanho de
cavalos, venenosas, que nos atacam, nos
ferindo gravemente, mas conseguimos
enfim destruí-las.
Depois de tanta busca infrutífera pelos
unicórnios, voltamos para a cidade.
Tom Araya propõe pagarmos aquele
rastreador que encontrou nosso antigo
amigo (o PC do Bola) para rastrear
os componentes que faltam para
ressucitar a deusa Synair.
Mas a maior preocupação do grupo,
no momento, é dinheiro.
:: Assim falou
Sir Bruno Velasco Brandani
em
2:32 PM Deixe seu bilhete!
:: Era Uma Vez Segunda-feira, Abril 06, 2009...
Bem-vindo ao lugar onde o tempo pára
Ninguém sai e ninguém sairá
A lua está cheia, nunca muda
Sonhando o mesmo sonho a cada noite
A liberdade está à vista, sem portas fechadas
Sem janelas trancadas
Sem coisas para lhe fazer sentir medo.
Então durma, meu amigo, e você verá
Que o sonho é a minha realidade.
Metallica - Welcome Home (Sanitarium)
:: Assim falou
Sir Bruno Velasco Brandani
em
2:51 AM Deixe seu bilhete!
:: Era Uma Vez Sábado, Abril 04, 2009...
Eu acredito que os ossos deles sou eu
Alguns dizem que nós nascemos na sepultura
Eu me sinto tão sozinho, acabarei uma
Grande pilha dos ossos deles
O pó se levanta sobre meu tempo
Fóssil vazio da nova cena
Eu me sinto tão sozinho, acabarei uma
Grande pilha dos ossos deles
Dobram os sinos
Porque o pesadelo se torna realidade
Eu me deito, morto, falecido
Sob o céu vermelho
Eu me sinto tão sozinho, acabarei uma
Grande pilha deles
Eu me sinto tão sozinho, acabarei uma
Grande pilha deles
Eu me sinto tão sozinho, acabarei uma
Grande pilha dos ossos deles...
Alice in Chains - Them Bones
:: Assim falou
Sir Bruno Velasco Brandani
em
5:50 AM Deixe seu bilhete!
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